Síndico, o representante do condomínio

28.12.2018

Em Roma, na Idade Média, já era observada a construção de pequenas propriedades compartilhadas, semelhantes aos condomínios existentes atualmente.

 

O sistema foi também visto na França, no século XVIII, quando a corte encomendou projetos arquitetônicos que remodelaram cidades, ampliando ruas e avenidas e estreitando os espaços reservados às moradias.

 

Com o avanço desse desenho e a verticalização dos grandes centros urbanos, surgiu a figura do síndico. Com enormes responsabilidades, este profissional é fundamental para reger os condomínios, desempenhando funções que tratam do bem estar dos moradores.

 

Entre as principais atividades estão a convocação de assembleias, a solução de conflitos internos e externos, a averiguação da estrutura física do espaço e reparos necessários, o controle das atividades dos funcionários, a administração e prestação de contas, além de responder civil e criminalmente em caso de acidentes.

 

Portanto, seus afazeres são enormes e sua conduta e dedicação devem ser exaltadas.

Para o bem estar desses servidores, é necessário entender suas rotinas, afinal, muitos deles têm emprego fora dos muros do condomínio e carregam consigo uma carga extra de responsabilidades, privando-se, em muitas ocasiões, de suas folgas para resolver situações de emergência do espaço compartilhado.

 

Com mais de 180 mil condomínios no país, segundo dados do Secovi - Sindicato da Habitação, fica evidente o quão necessária é a presença e atuação desses profissionais.

Para o futuro, com a projeção de uma demanda ainda maior em moradias coletivas, o trabalho exercido por eles continuará sendo fundamental. E mesmo com as tecnologias facilitando o dia a dia condominial, personagens como os síndicos nunca sairão de cena.

 

 

 

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